
“Antônio Sergio Borba Cangiano, leitor de Deleuze e Guattari, é uma dessas pessoas onde encontramos o profissional, o pesquisador e o militante engajado por transformações sociais vibrando num mesmo corpo, na maioria das vezes, em vibrações bem sintonizadas. Chegou ao Programa de Pós-Graduação em Metafísica com essa verve de indignação com o atual estado de coisas pulsando e apontando que em Deleuze vislumbrava ferramentas conceituais, personagens, intuições e elaborações teóricas que permitem uma leitura filosófica singular dessa quadra histórica a ser superada.”
PREFÁCIO
APRESENTAÇÃO
INTRODUÇÃO
Capítulo 1 - A FILOSOFIA DA VIDA PARA PENSAR O MUNDO
1.1 Porque Deleuze e Guattari?
1.2 As univocidades subjetivas de tipos personais
1.3 Os acontecimentos na era digital
1.3.1 A produção de univocidade intersubjetiva
1.4 Agenciamentos das mídias digitais
1.4.1 O virtual e o atual
1.5 Pensar o espaço estriado do neoliberalismo
1.5.1 O que é pensar para Deleuze e Guattari?
1.6 Filosofia, arte e ciência na geopolítica neoliberal
1.6.1 O que é filosofia? Pensar, esquizo, pensar...
1.6.2 Conceitos ou crenças
Capítulo 2 - QUE MUNDO HABITAMOS? A TERRITORIALIZAÇÃO CAPITALISTA
2.1 Existe legitimidade dos fundamentos neoli-berais?
2.1.1 Quid facti? Quid juris? Quid vitae?
2.2 Axiomática do capital
2.3 Sociedade de controle
2.4 Como vivemos em sociedade?
2.5 Onde vivemos?
2.6 Como habitamos a terra?
2.7 Como vivemos no Estado?
Capítulo 3 - O QUE É POSSÍVEL PENSAR EM NOSSA IMANÊNCIA?
3.1 Máquinas de guerra
3.1.1 Sobre a máquina axiomática neoliberal
3.1.2.1 Crenças e fundamentos
3.1.2.1 A gaiola sistêmica
3.2 Máquinas de capturas neoliberais
3.3 Máquinas de rupturas
3.4 O que nos move?
3.5 Desejo e imanência
3.6 A pandemia e os agenciamentos
CONSIDERAÇÕES FINAIS
CONCLUSÕES IMANENTES
REFERÊNCIAS